Paranapanema aposta em gestão de SI terceirizada

Crédito: Photogama
Alessandre Galvão
Alessandre Galvão, CIO da empresa, afirma que, após projeto, reduziu número de ocorrências e melhorou o nível de proteção dos dados.

Por mais que pareça simples, nem todas as empresas trabalham a questão da segurança da informação (SI) como deveriam. Muitas vezes, são alvos de ataques até mesmo sem saber, colocando em risco informações valiosas, a produtividade dos funcionários e todo o processo produtivo dependendo do ramo de atuação. Na Paranapanema, empresa focada na produção e comercialização de cobre, o assunto entrou de vez na pauta há uns três anos, quando o CIO da companhia, Alessandre Galvão, contabilizou os prejuízos pela ausência de uma política de SI adequada.

Apesar da vontade do gestor, entretanto, havia alguns impedimentos: ele não possuía pessoas exclusivas para trabalhar a segurança da informação e tampouco a função era definida. Como lembra o próprio executivo, todos lidavam com a questão quando havia alguma ocorrência. “Não tínhamos uma estrutura de segurança, era apenas mais um item a ser trabalhado de quem fazia help desk ou mesmo (dos profissionais) de gestão de infraestrutura. Nem antispam existia”, comenta.
Decidido a por fim àquela situação, a primeira atitude de Galvão foi designar dois profissionais para trabalhar exclusivamente com SI, um no suporte e outro na área de projetos. Mas ele sabia que dificilmente eles dariam conta sozinhos. “Quando conheci a Arcon, durante o IT Forum (encontro realizado pela IT Mídia com os CIOs das maiores empresas do País), eles mencionaram que existiam nove áreas de conhecimento que o executivo de TI precisava implantar para gerir bem a segurança. Ao ouvir aquilo, sabia que meu time não conseguiria.”
No total, a TI da Paranapanema emprega 80 pessoas, mas apenas duas estavam voltadas à SI e implantar e gerir tudo o que almeja o CIO realmente seria impossível. Diante do desafio, ele optou por algo que tem se tornado tendência: terceirizar a gestão de segurança da informação. Ao fechar o contrato com validade de três anos, treinou seu funcionário para gerir o relacionamento com o fornecedor.
O trabalho de passar a gestão de SI à Arcon começou há dois anos e ao longo do tempo o executivo agregou serviços ao contrato, chegando ao valor atual de cerca de R$ 30 mil por mês (eles contam com firewall, serviço de IPS, segurança web, gestão de antivírus corporativo e estações de trabalho). “Eu tinha muitos problemas, eram de quatro a cinco ocorrências por dia por conta de vírus via pen-drive, e-mail, laptop externo conectado à nossa rede, entre outros.”
Galvão afirma que, por conta de toda a situação vivenciada pela empresa, este projeto dispensou cálculo de ROI. “Tudo era muito evidente. Faturamos R$ 4 bilhões por ano, um dia sem faturar são R$ 5 milhões e se isso acontece, seu cliente busca a concorrência. Já tive frota fora do ar por conta de vírus. No passado, levávamos até três dias para regularizar a situação e os riscos já haviam sido apontados por auditoria”, revela.
O CIO até avaliou outros fornecedores, como a IBM, mas, além do custo elevado, pesou em favor da Arcon o fato de ser uma empresa dedicada à segurança da informação. Durante a implantação das ferramentas de segurança e também com as alterações de algumas regras, Galvão conta que recebeu muitas reclamações de usuários. Mas hoje isso está contornado.
“O caso mais emblemático que tivemos foi com a proibição do uso de sites de compras em geral, na verdade já era proibido pela nossa política, mas o controle era falho. Aí um funcionário começou a reclamar demais, fomos levantar o perfil dele e era o campeão de acesso à pornografia, manifestações, coisas que faziam mal à nossa rede. E só descobrimos or conta da ferramenta de monitoração que está no pacote”, detalha o CIO.
Com a maturidade da questão, a TI até refinou melhor o filtro para evitar que áreas que precisa de sites de entretenimento, por exemplo, não sejam impedidas de executar o trabalho. No caso das redes sociais, a companhia libera o acesso e até incentiva o uso por entender que pode ser um ponto para melhorar a produtividade, mas as regras pedem, por exemplo, para evitar download de documentos nesses sites.
Só para entender, em números, os benefícios da iniciativa do CIO para a Paranapanema, nos últimos seis meses as soluções bloquearam 33 mil vírus e impediram 438 mil tentativas de acesso a sites maliciosos.
« Back    |    Print News    |    Refer this page

Outsourcing Annual Report 2011

For the second consecutive year Arcon stands in the MSS market - 1st position.

News

Anuário Informática Hoje

Anuário Informática Hoje 2011

In 2011 Arcon is the 167th positioning on the ranking of top 200 IT companies in Brazil.


Positioning

About Arcon

Check out the company's position, differentials, investment, and infrastructure attributes.

The company's mission is to select, deploy, monitor and operate with efficiency and proactivity, protection of information systems that maximize the result of investments and increase the security level of medium and large size of Brazil.