Estão se passando por mim na internet. E agora?

Cada vez mais vemos casos de contas nas redes sociais - sejam de famosos ou anônimos - serem roubadas, tendo o nome do usuário, senha e e-mails alterados. Linhas telefônicas e aplicativos associados também são furtados e, em grande parte, utilizados para esquemas fraudulentos como extorsão, sequestro ou estelionato.

Como agir nesses casos? Primeiramente é preciso fazer um boletim de ocorrência em uma das delegacias especializadas em crimes cibernéticos - https://new.safernet.org.br/content/delegacias-cibercrimes. No caso de ir em uma delegacia comum para fazer o B.O., eventualmente você poderá ser transferido para essas especializadas.

Depois de registrar, perante à lei, que as redes sociais e números foram roubados, o próximo passo é entrar em contato com o provedor do serviço envolvido - Facebook, Instagram, WhatsApp, companhia telefônica - informando o ocorrido e solicitando o bloqueio e histórico de acessos aos serviços desde o momento do registro da ocorrência.

É muito importante estar de posse de tais dados para auxiliar as autoridades no rastreio do criminoso e na geração de evidências que, no caso, é a utilização não autorizada do seu acesso. Caso possível, se o criminoso entrou em contato com conhecidos ou outros serviços se passando por você, deve-se solicitar que façam a captura de tela completa, incluindo o relógio do dispositivo com hora e, se possível, dia da semana.

Repasse todas as informações para as autoridades e aguarde liberação para reestabelecer o seu acesso, pois a documentação fornecida facilitará o processo de recuperação dos serviços. Lembrando de que apenas o crime de falsidade ideológica pode acarretar de 1 a 3 anos de cárcere, podendo ser adicionado os crimes de estelionato, extorsão e afins.

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